Pelo vão do moleque,
um andarilho menino
se veste de lua
ou de sol a pino
e traz nos olhos
o verde do mato.
Ele tem um olhar
vindo do interior
do rio Joca ao Vapor
de árvores a ramas
de pássaros e asas.
Ao passar pela Várzea,
Ele sempre cantarola
a liberdade em versos.
A poesia honra a sua lida.
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