Os candidatos à Prefeitura de Natal Carlos Eduardo
Alves (PDT), Fernando Mineiro (PT), Hermano Morais (PMDB), Rogério
Marinho (PSDB) e Robério Paulino (PSOL) trocaram críticas, nesta
quinta-feira (2), durante o primeiro debate eleitoral deste ano,
produzido pela Band Natal. Durante as duas horas de debate, ficou
perceptível as afinidades e divergências entre os concorrentes.
Carlos
Eduardo e Mineiro mostraram alinhamento. Ambos criticaram as
participações de Rogério e Hermano na gestão da prefeita Micarla de
Sousa (PV). Carlos chegou a afirmar que Hermano é o candidato vinculado à
administração municipal, criticada por todos os participantes. Ele
também lembrou do apoio de Rogério à eleição da gestora e indicação de
cargos no início da gestão.
Já Mineiro, que elogiou a atração de recursos na gestão do pedetista, atribuiu o sucesso na aprovação de projetos à participação do PT na administração, com a Secretaria de Planejamento. No entanto, criticou a presença do ex-secretário de Obras Públicas e Infraestrutura da atual gestão, Sérgio Pinheiro, na campanha do pedetista. Também o responsabilizou por atrasos em obras.
Hermano foi o candidato que teve a postura mais agressiva. Diferente do modo como costuma conduzir sua carreira política, o peemedebista criticou veementemente a gestão de Carlos Eduardo, responsabilizando-o pela situação segundo ele lamentável que Natal enfrenta hoje. O candidato do PMDB também enfatizou os escândalos da gestão do ex-prefeito, como o uso de dinheiro da previdência municipal, as obras inacabadas e os atos ilegais.
Rogério Marinho rememorou o escândalo dos medicamentos vencidos, os gargalos em Saúde, Educação, Infraestrutura e Saneamento que a cidade enfrenta há décadas e declarou que os eleitores estão comparando ruim com o péssimo. O tucano também denunciou o uso da Arsban, empresa responsável pelo saneamento básico em Natal, para a aquisição de recursos para o esporte, na gestão do ex-prefeito.
Robério Paulino teve uma postura crítica em relação a todos os candidatos. Ele criticou o financiamento das campanhas por empresários, pediu que a população não eleja representantes das famílias tradicionais que governam a cidade há décadas e defendeu a estatização dos serviços públicos essenciais, como a Saúde Pública. O candidato do PSOL disse que todos os outros representam o mesmo modelo de gestão que, na visão dele, fracassou nesses anos.
Os cinco candidatos mostraram intenções semelhantes em alguns pontos, para quando assumirem o governo. Eles prometeram recuperar a capacidade de investimento, rever os contratos, limpar a cidade, recuperar as vias e melhorar os serviços públicos de Saúde e Educação. As divergências foram destaque nas formas que eles colocaram para promover as melhorias.
Já Mineiro, que elogiou a atração de recursos na gestão do pedetista, atribuiu o sucesso na aprovação de projetos à participação do PT na administração, com a Secretaria de Planejamento. No entanto, criticou a presença do ex-secretário de Obras Públicas e Infraestrutura da atual gestão, Sérgio Pinheiro, na campanha do pedetista. Também o responsabilizou por atrasos em obras.
Hermano foi o candidato que teve a postura mais agressiva. Diferente do modo como costuma conduzir sua carreira política, o peemedebista criticou veementemente a gestão de Carlos Eduardo, responsabilizando-o pela situação segundo ele lamentável que Natal enfrenta hoje. O candidato do PMDB também enfatizou os escândalos da gestão do ex-prefeito, como o uso de dinheiro da previdência municipal, as obras inacabadas e os atos ilegais.
Rogério Marinho rememorou o escândalo dos medicamentos vencidos, os gargalos em Saúde, Educação, Infraestrutura e Saneamento que a cidade enfrenta há décadas e declarou que os eleitores estão comparando ruim com o péssimo. O tucano também denunciou o uso da Arsban, empresa responsável pelo saneamento básico em Natal, para a aquisição de recursos para o esporte, na gestão do ex-prefeito.
Robério Paulino teve uma postura crítica em relação a todos os candidatos. Ele criticou o financiamento das campanhas por empresários, pediu que a população não eleja representantes das famílias tradicionais que governam a cidade há décadas e defendeu a estatização dos serviços públicos essenciais, como a Saúde Pública. O candidato do PSOL disse que todos os outros representam o mesmo modelo de gestão que, na visão dele, fracassou nesses anos.
Os cinco candidatos mostraram intenções semelhantes em alguns pontos, para quando assumirem o governo. Eles prometeram recuperar a capacidade de investimento, rever os contratos, limpar a cidade, recuperar as vias e melhorar os serviços públicos de Saúde e Educação. As divergências foram destaque nas formas que eles colocaram para promover as melhorias.
O candidato do PCB, Roberto Lopes, não foi convidado para o debate, pelo fato de sua legenda não ter participação na Câmara Federal.


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