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MEU VARZEÃO, por João Maria Ludugero


Enquanto aras o solo,
Campeio a imaginação,
Ausente de protocolo
Varando a Várzea de Acácias
Às margens do rio Joca,
E arranco do meu peito
Um punhado de versos
Que renascem Vapor a dentro,
Com toda propriedade,
Apesar de feitos assim
De rimas pobres, singelas,
Rebuscadas no roçado de Zuquinha
Cultivado ali numa empreitada
De renovadas esperanças,
Num gesto de amor fraterno,
Pois é, companheiro eterno,
Quando sozinho medito e rezo
Ao cair da noite varzeana
Lá pras bandas do Calango,
Meu açude de lembranças.
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João Maria Ludugero

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