Prefeita pede apoio da população para evitar o fechamento do Hospital Regional de Canguaretama, RN

No VNT da Assecom PMC - 11/07/2017
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Hospital Regional de Canguaretama, RN poderá ser desativado e transformado em unidades básica de saúde - Foto: PMC
A notícia sobre o possível fechamento do Hospital Regional Dr. Getúlio de Oliveira Sales, localizado no município de Canguaretama, no Litoral Sul do Rio Grande do Norte,  trouxe grande preocupação para a população local e de cidades vizinhas, além dos gestores municipais. Com a possibilidade de prejuízo ao atendimento da rede básica de saúde, a secretária de saúde do município, Tenízia Paiva, pede o apoio da população para evitar o fechamento da unidade.

“Seria uma perda irreparável. Não estamos falando apenas da população de Canguaretama, mas de todas as cidades vizinhas e que seriam diretamente afetadas por esse encerramento de atividades. São mais de quatro décadas atendendo essa parcela grande da população da região Agreste e isso não pode acontecer. Pedimos o apoio das pessoas, para que juntos, poder público e população, possamos batalhar pela permanência dessa importante Unidade para o Estado”, aponta a secretária.

Unidade hospitalar que atende vários municípios da região, como Pedro Velho, Montanhas, Baia Formosa e Vila Flor, o Hospital Regional representa uma enorme importância para o auxílio no salvamento de vidas, por meio da prestação de socorros imediatos, de procedimentos de média complexidade e da realização regular de cirurgias.

Apesar do cenário de crise nacional, a Prefeitura Municipal segue realizando esforços para o funcionamento do Hospital. “Mesmo sendo uma responsabilidade do Governo do Estado, a Prefeitura de Canguaretama nunca abandonou a causa e ajudou dentro das suas limitações. Pagamos médicos, ajudamos com insumos, medicamentos e demanda de transporte. Não temos obrigação, mas temos esse dever com a população” aponta a prefeita Fátima Marinho.

Para a prefeita do município, os interesses da população têm que ficar em primeiro plano. “Entendemos que existe um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e Governo do Estado, mas por outro lado não podemos deixar de ouvir as ruas. A população do nosso município não pode ser afetada dessa maneira, com o fechamento de um hospital que funciona há mais de quarenta anos. Ao invés de pensarmos em melhorias, vamos retroceder no atendimento de milhares de pessoas da região”, aponta Fátima Marinho.
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